segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Vancouver (Canadá)
Cercada de montanhas cobertas de neve e portos azuis cristalinos, Vancouver se destaca pela interação com a natureza. Há vários parques, estações de esqui e opções de lazer na metrópole canadense. A cidade é quase toda plana, o que facilita a locomoção e quase a deixa livre de congestionamentos.
As 10 melhores cidades do mundo para viver
Nem Himalaia nem Europa. As cidades mais próximas do que seria a Shangri-lá, descrita como um paraíso na Terra pelo inglês James Hilton, estão situadas na Austrália e Canadá, segundo a Unidade de Inteligência da revista inglesa The Economist.
A organização elaborou um estudo com 140 cidades ao redor do mundo e determinou quais delas são as melhores para se viver. O resultado coloca sete das dez cidades que lideram o ranking nestes dois países. Pelo segundo ano consecutivo, Melbourne (Austrália) foi eleita a melhor cidade do mundo para se viver.
O ranking avaliou as cidades de acordo com 30 fatores divididos em cinco áreas: saúde, violência e estabilidade, educação, infraestrutura e, por fim, meio ambiente e lazer. Segundo estes critérios, a cidade ideal seria média, com baixa densidade populacional, com um bom leque de atividades recreativas, boa infraestrutura e baixos índices de criminalidade.
E é justamente a relação entre a qualidade de vida (o acesso à saúde pública, opções de lazer, qualidade das habitações) e conforto (pouca violência ou congestionamentos) que faz algumas conhecidas megalópoles ficarem bem abaixo no ranking.
Este é o caso de Paris (16), Tóquio (18), Berlim (21), Roma (49) ou Londres e Nova York, que nem mesmo são listadas no Top 50. Também não há qualquer cidade da América Latina entre as cinquenta melhores cidades para se viver.
continua no próximo post
Come Join Our Family!
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terça-feira, 10 de abril de 2012
Cursos de Inglês de Negócios aumentam chances de arrumar um bom emprego
Já se foi o tempo em que ter uma noção de inglês era importante. Hoje as empresas exigem que seus funcionários conheçam de fato o idioma, sendo importante dominar o vocabulário na profissão exercida e pronunciar as palavras corretamente. Por isso, os cursos voltados para área profissional nunca foram tão procurados. Assista ao vídeo.
Um estudo realizado pela Compas Research, uma companhia de pesquisas que visa a criar estratégias para o crescimento de empresas, mostrou que 87% dos executivos de 150 instituições entrevistadas pararam de contratar funcionários que não possuem fluência no inglês, apesar de muitos desses imigrantes afirmarem que falam o idioma. O fato é que o “inglês básico” não é o suficiente para arrumar um bom emprego. Para quem quer subir na vida, falar inglês com fluência se tornou uma obrigação.
O OiToronto visitou uma dessas escolas especializadas em “business english”, termo usado para os cursos que estão voltados para o mercado de trabalho, onde o aluno aprende um vocabulário mais específico para cada profissão, além de ter acesso a um treinamento de entrevista de emprego, portifólio e apresentação usando recursos de multimídia.
English Lab Toronto
A English Lab Toronto é uma escola voltada para aqueles que possuem uma noção básica de inglês e querem aperfeiçoá-lo para entrar no mercado profissional, por isso as aulas focam principalmente na conversação, usando palavras bastante usadas no mundo dos negócios.
A escola proporciona a oportunidade do aluno ter contato com vários professores ao mesmo tempo (que se revezam em um sistema rotativo) ajudando o estudante a melhorar a pronúncia e usar a gramática adequada. A grande vantagem é que a pessoa é analisada por diversos profissionais em um mesmo dia, recebendo diferentes observações para o aprimoramento da língua.
O estudante ainda é treinado em apresentações utilizando recursos de multimídia como computadores e vídeos, onde profissionais convidados pela escola analisam o desempenho de cada aluno, além de preparação para a entrevista de emprego.
A Engish Lab Toronto oferece cursos em período integral e meio período. Para se matricular é preciso preencher um formulário, descrever os objetivos pessoais em aprimorar a língua e pagar uma taxa de matrícula. Uma avaliação do nível de inglês de cada aplicante é feita antes de iniciar o curso, sendo necessário um conhecimento razoável no idioma.
fonte:
Oi Toronto
Por Marcio Rollemberg
Imagens e edição. Marcio Rollemberg e Martha Rangel
Imagens e edição. Marcio Rollemberg e Martha Rangel
Canadá para Brasileiros
O Canadá possui educação de alto nível, instituições de ensino reconhecidas mundialmente, excelente qualidade de vida e cidades vibrantes e multiculturais. Todos estes fatores fazem com que seja um dos destinos mais procurados por estudantes do mundo todo.
Entre as várias áreas de expertise do país estão a aeroespacial e a aviação. Universidades e institutos oferecem conteúdos de alta qualidade, com o que há de mais moderno e avançado para quem deseja se especializar em aviação. A participação canadense nesse ramo triplicou nos últimos 20 anos e fez com que o país fosse o quinto maior produtor de pesquisas aeroespaciais no planeta, com importantes centros de estudos. Esta conquista atraiu empresas renomadas do setor, como Boeing e Rolls-Royce, que marcam presença no território canadense com escritórios e fábricas. No país também estão as sedes de algumas associações e conselhos internacionais de aviação como a Iata (International Air Transport Association) e o Ibac (International Business Aviation Council).
Os cursos ligados à Tecnologia da Informação e à Comunicação também possuem reputação internacional. Mais de 170 institutos oferecem programas de alto nível para áreas como Engenharia e Ciências da Computação, Tecnologia da Comunicação, Gestão de TI, e-Commerce e Multimídia. A qualidade desses cursos coloca o Canadá na vanguarda do ramo, sendo um dos maiores provedores do mundo de profissionais altamente qualificados.
Estar entre os cinco mais importantes centros de pesquisas de Biotecnologia e Biomedicina do mundo é resultado do know how e do constante investimento feito pelas universidades canadenses. A excelência das pesquisas e o desenvolvimento do setor no país fizeram com que a reputação dessas instituições fosse reconhecida internacionalmente, e seus alunos, disputados por organizações de todos os continentes.
O Canadá também é conhecido como um dos países de melhor qualidade de vida do mundo. Esse reconhecimento é resultado do pioneirismo em estudos relacionados ao meio ambiente. Programas de alto nível envolvendo diversas especializações, como Assessoria e Monitoração Ambiental, Ecologia, Engenharia e Tecnologia Ambiental, Energias Renováveis etc., são oferecidos em muitas das universidades.
Quando o assunto é a indústria alimentícia, o Canadá é um dos líderes mundial desse segmento. São 19 centros de pesquisas espalhados pelo país, que trabalham em parceria com governos locais, universidades e empresas privadas. Muitas instituições de ensino oferecem cursos como Gestão de Alimentos e Bebidas, Gestão de Restaurantes e Hotelaria, apreciação de Vinhos (Enologia) e Arte Culinária, entre outros.
Para fazer cursos superiores no país, é preciso ter domínio da língua inglesa. E o ideal, para aqueles que precisam se aprimorar no idioma, é fazer o curso preparatório no Canadá. "Os programas de estudo preparatórios para testes, como Ielts ou Toefl, exigidos pela maioria das universidades para avaliar o nível de inglês do estudante, auxiliam muito na conquista de boas pontuações", diz o diretor-assistente da Vancouver English Centre (VEC), Fabiano Maciel. A VEC está muito bem preparada para receber brasileiros e oferece 15 níveis de cursos de inglês diferentes, desde os mais básicos até os mais avançados, inclusive cursos preparatórios para quem vai para universidades ou colleges no Canadá.
Independentemente da área em que você gostaria de estudar, o Canadá oferece ótimas oportunidades de crescimento e aperfeiçoamento profissional. É só escolher seu curso e usufruir dos bons resultados.
Fonte: belta org
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Além de Luíza: Canadá é a opção de 40% dos baianos que saem do Brasil para estudar
Mas não foi só Luíza que escolheu o Canadá quando decidiu viajar. Segundo as agências de viagens, só na Bahia, em torno de 40% dos intercambistas escolhem o país na hora de estudar fora.
Hoje, um programa de quatro semanas de estudo, com direito a acomodação, sai mais barato do que nos EUA.
Luíza dá dicas aos estudantes que querem fazer intercâmbio no Canadá
LUIZA DÁ DICAS AOS ESTUDANTES QUE QUEREM IR AO CANADÁ
Assim como Luíza Rabello, muitos estudantes brasileiros escolhem o Canadá como destino de intercâmbio. Menos burocracia no processo para tirar o visto e preços menores se comparados aos Estados Unidos são alguns dos motivos que explicam a grande procura.
A estudante paraibana de 17 anos disse ao G1 que passou seis meses "maravilhosos" na cidade de Barrie, que tem cerca de 150 mil habitantes e fica a aproximadamente uma hora de viagem de Toronto, na província de Ontario. Prestes a embarcar em um voo de volta a João Pessoa, ela contou, na noite de sexta-feira (20), como decidir se mudar para o país, e deu dicas para quem está pensando em passar uma temporada por lá.
Luíza era a única integrante da família Rabello no gélido país norte-americano no dia em que seus pais e irmãos gravaram o comercial que a tornou conhecida nacionalmente. Mas não foi a primeira a conhecer o Canadá. "Meu irmão fez esse programa também, e para ele foi maravilhoso, então eu só repeti", contou a estudante e agora garota-propaganda.
Embora nunca tenha experimentado a sensação de compartilhar uma residência com outros estudantes estrangeiros, a jovem recomendou a opção "homestay", em que o intercambista fica hospedado em uma casa de família durante sua estada. "Morando em uma casa de família, você vive realmente a experiência da cultura", comentou ela. "Quando fica com estudantes, geralmente é sempre intercambistas, então você não vive muito a cultura do lugar. Mas não posso falar porque não fiquei [em residência estudantil]."
A estudante afirmou ter se adaptado muito bem à família que a recebeu. "Eu tinha um 'hostfather', uma 'hostmother' e uma 'hostsister' de 15 anos. Nós éramos bem amigas", disse.
Gastronomia
Segundo ela, a comida canadense tem "bastante fast-food", e os restaurantes chineses, muito populares em todas as regiões do país, "são maravilhosos". Dentro de casa, porém, as refeições não eram muito diferentes. "Minha 'hostmother' era colombiana, então era muita comida da Colômbia, como feijão e chilli."
Luíza não foi ao Canadá apenas para estudar inglês. Seu programa incluiu a frequência em um colégio, onde disse ter feito matérias obrigatórias do currículo brasileiro para poder concluir o segundo ano do ensino médio.
"Minhas aulas começavam às 8h e iam até 14h25. A escola era sensacional. Eu tinha quatro matérias, tive aulas de história, inglês, matemática e biologia." A jovem afirmou que, além de estudar como aluna regular, a experiência escolar também é uma das melhores formas de se adaptar ao idioma estrangeiro. "Dá para aprender bem o inglês."
E por falar em aprender bem, outra dica da intercambista mais conhecida do Brasil é que os estudantes optem por passar temporadas mais longas no país de intercâmbio. "Seis meses é curtinho, mas é o tempo determinado para aprender inglês. Acho um mês muito pouco."
FONTE:http://g1.globo.com
A estudante paraibana de 17 anos disse ao G1 que passou seis meses "maravilhosos" na cidade de Barrie, que tem cerca de 150 mil habitantes e fica a aproximadamente uma hora de viagem de Toronto, na província de Ontario. Prestes a embarcar em um voo de volta a João Pessoa, ela contou, na noite de sexta-feira (20), como decidir se mudar para o país, e deu dicas para quem está pensando em passar uma temporada por lá.
Luíza era a única integrante da família Rabello no gélido país norte-americano no dia em que seus pais e irmãos gravaram o comercial que a tornou conhecida nacionalmente. Mas não foi a primeira a conhecer o Canadá. "Meu irmão fez esse programa também, e para ele foi maravilhoso, então eu só repeti", contou a estudante e agora garota-propaganda.
Embora nunca tenha experimentado a sensação de compartilhar uma residência com outros estudantes estrangeiros, a jovem recomendou a opção "homestay", em que o intercambista fica hospedado em uma casa de família durante sua estada. "Morando em uma casa de família, você vive realmente a experiência da cultura", comentou ela. "Quando fica com estudantes, geralmente é sempre intercambistas, então você não vive muito a cultura do lugar. Mas não posso falar porque não fiquei [em residência estudantil]."
A estudante afirmou ter se adaptado muito bem à família que a recebeu. "Eu tinha um 'hostfather', uma 'hostmother' e uma 'hostsister' de 15 anos. Nós éramos bem amigas", disse.
Gastronomia
Segundo ela, a comida canadense tem "bastante fast-food", e os restaurantes chineses, muito populares em todas as regiões do país, "são maravilhosos". Dentro de casa, porém, as refeições não eram muito diferentes. "Minha 'hostmother' era colombiana, então era muita comida da Colômbia, como feijão e chilli."
Luíza não foi ao Canadá apenas para estudar inglês. Seu programa incluiu a frequência em um colégio, onde disse ter feito matérias obrigatórias do currículo brasileiro para poder concluir o segundo ano do ensino médio.
"Minhas aulas começavam às 8h e iam até 14h25. A escola era sensacional. Eu tinha quatro matérias, tive aulas de história, inglês, matemática e biologia." A jovem afirmou que, além de estudar como aluna regular, a experiência escolar também é uma das melhores formas de se adaptar ao idioma estrangeiro. "Dá para aprender bem o inglês."
E por falar em aprender bem, outra dica da intercambista mais conhecida do Brasil é que os estudantes optem por passar temporadas mais longas no país de intercâmbio. "Seis meses é curtinho, mas é o tempo determinado para aprender inglês. Acho um mês muito pouco."
FONTE:http://g1.globo.com
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